segunda-feira, 9 de agosto de 2010

VW desenvolve rádio com internet Sistema deverá ser implantado na Europa até o fim do ano

DA REDAÇÃO
  Divulgação
Volkswagen se associa à emissora alemã Hit-Radio Antenne, de Niedersachsen, para desenvolver o sistema que considera ser o som do futuro para automóvel, o rádio híbrido. O ouvinte poderá utilizar esse sistema de acordo com suas necessidades individuais e decidir como e quando irá ouvir o rádio.


"O rádio híbrido tem tudo para ser um sucesso, combinando o rádio tradicional do automóvel com a internet", afirma Martin Weiser, chefe da área de Sistemas de Informação ao Motorista da Volkswagen. "Como o carro é um dos locais onde o rádio é mais ouvido, o novo conceito é particularmente importante para a marca alemã, como fabricante de automóveis", acrescentou.


Uma interface com a Internet permite ao usuário criar uma listagem de temas de seu interesse, que pode incluir desde o noticiário local a programas de música especiais. O projeto deverá começar a ser implantado já em 2011, quando serão feitos os primeiros testes na região da Baixa Saxônia, na Alemanha.

Sua Carteira de Identidade vai mudar! Tecnologia de ponta garante segurança e praticidade para o novo documento, que responderá pela sigla RIC


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Você sabia que sua Carteira de Identidade vai mudar? Até o final de 2010, os órgãos emissores do documento começarão a disponibilizar o RIC - Registro Único de Identificação Civil. Muito mais seguro e tecnológico, o RIC traz um chip, igual ao dos cartões de banco, que guarda várias informações. Não só o seu biotipo (digitais, altura, cor dos olhos etc) mas também número de outros documentos (CPF, título de eleitor, carteira de habilitação e de trabalho) estarão reunidos em um mesmo lugar. Assista ao vídeo e veja como será a sua nova carteira de identidade!

Emprego em alta, à prova de bolhas

Tecnologia da Informação pode ter déficit de até 200 mil profissionais em 2013; veja os prós e contras de entrar cedo nesse mercado ou apostar no bacharelado

A maioria dos estudantes não faz ideia do que são códigos binários, mas eles estão na moda: a linguagem dos programadores de computador está por trás da navegação na web, dos e-mails, de ligações de celular e de outras tecnologias do cotidiano. Mesmo assim, o interesse pelo universo da Tecnologia da Informação (TI) é pequeno diante do que o mercado exige. Nesse cenário, a questão não é saber se haverá emprego, e sim qual emprego se pretende ter. 


Hoje o Brasil precisa de 71 mil profissionais de TI, segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. O número pode chegar a 200 mil em 2013. "Daqui a sete anos, continuará havendo déficit", diz Francisco Borges, diretor acadêmico da Veris Faculdades. "Engenharia Civil é uma bolha. Informática é para sempre: todas as empresas usam a TI como meio."

Os candidatos a uma vaga no setor têm duas opções básicas: fazer um curso de perfil técnico e antecipar a chegada ao mercado ou optar por bacharelados de pelo menos quatro anos de duração. Neste segundo caso, a aposta é ter uma formação mais consistente e se candidatar a melhores salários. O risco é ser considerado "teórico" demais numa área em que tudo muda muito rápido.

Jefferson Santos de Araújo, de 23 anos, escolheu a via rápida. Depois do ensino médio, iniciou um curso técnico em informática. "Era muito ansioso. Nem terminei o técnico e comecei um tecnológico, na Fiap." 

Jefferson, que já cuidou até do suporte técnico de impressoras, hoje é analista de sistemas sênior da empresa CPM Braxis. Está no último semestre na Fiap e quer fazer pós-graduação para se tornar consultor. Nem cogita a hipótese de complementar a formação com um bacharelado. "Esses cursos não focam o mercado, enquanto a formação tecnológica e um MBA têm conteúdos que posso pôr em prática no dia a dia."

A pressa de entrar no mercado e ganhar de cara um bom salário não é prioridade para Thiago Miranda Ferreira, de 26 anos, que está prestes a se formar em Ciência da Computação na USP. "Tenho bastante teoria e matemática, é uma formação abrangente", diz o estudante, que é estagiário da Calum, empresa de soluções tecnológicas e cursos de TI.

Cobol. Thiago teve a certeza de que a opção pelo curso na USP foi correta num estágio anterior ao atual, no Unibanco. Lá ele teve de trabalhar com Cobol, linguagem de programação antiga. Embora não seja mais ensinada nas universidades, é muito usada no mercado financeiro, pela capacidade de processar grandes volumes de dados com segurança e velocidade. "Os analistas seniores são chamados de "donos" dessa linguagem, mas entendi rapidamente seu funcionamento", diz. "Quando você conhece programação, tudo fica mais fácil."

O consultor em TI Renato Oliveira Moraes, da Fundação Vanzolini, concorda com a importância dada por Thiago à base conceitual. "Se você é capaz de escrever bem em português, aprende uma nova língua com mais facilidade", compara. "Quem faz a decisão de ser tecnólogo escolhe entrar mais rápido no mercado. Vai ser recompensado, mas pode acabar pagando um preço por isso."

Para os cargos mais altos, a formação universitária é considerada imprescindível, garante Maria de Fátima Albuquerque, diretora de RH da Totvs, multinacional que desenvolve softwares e presta serviços de TI. "O candidato pode até fazer um curso tecnológico reconhecido e ter uma atitude muito boa no trabalho", diz. "Mas precisa fazer um bacharelado para ter mais oportunidades."

"Há vagas tanto para os tecnólogos quanto para os bacharéis. Só não podemos perder o bonde da história, como em outras vezes", diz o coordenador dos cursos de graduação tecnológica da Fiap, Celso Poderoso, preocupado com a dificuldade de atender à demanda. O número de formados em 90 cursos relacionados à TI cresceu 9,7% entre 2005 e 2008. Nesse período, o total de profissionais contratados aumentou 21%.

"Estamos em um ponto crítico, porque a formação leva alguns anos. Já existe o temor de chegarmos ao extremo de importar mão de obra", afirma Anselmo Gentile, diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). "Há cursos de TI sendo oferecidos, mas não sentimos aumento no número de formados."

Na corrida para formar tecnólogos, as Faculdades de Tecnologia (Fatec) do Centro Paula Souza concentraram nos cursos de TI metade das 10.030 vagas oferecidas pela instituição. "O ensino tem foco bem específico no mercado, mas isso não tem sido desvantagem", diz a assessora para projetos pedagógicos Vera Lúcia Camargo. Segundo ela, 98% dos formados pelas Fatec consegue emprego.

No Senac, também voltado para suprir as necessidades da indústria, dos cinco cursos de TI oferecidos, três são tecnológicos - com duração de dois anos e meio. "Os tecnólogos estão sendo cada vez mais valorizados nas empresas", afirma o coordenador da área, Ozeas Vieira Santana Filho. A preocupação do Senac é oferecer um portfólio diversificado para atender às demandas específicas do mercado. Por isso, Vieira já planeja oferecer outros dois cursos em 2011: Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia para a Internet.

As universidades também estão fazendo adaptações para estimular a formação em TI. A partir do próximo vestibular, o bacharelado de Ciência da Computação da USP passa a ser uma carreira isolada no vestibular da Fuvest - até o ano passado, a graduação era oferecida com as carreiras de Engenharia.

O coordenador do bacharelado, Marco Dimas Gubitoso, aposta na mudança para aumentar o número de interessados no curso. "As pessoas acabam não sabendo muito a diferença entre as áreas, e isso estava se refletindo na procura, em termos de quantidade e perfil dos candidatos." Assim como na formação em Engenharia da Computação, a carga de matemática do curso é pesada, o que assusta jovens com interesse mais superficial em computadores.

"A juventude deveria se interessar mais por essa área, que está pagando salários muito bons", afirma Arnaldo Vallim Filho, diretor da Faculdade de Computação e Informática do Mackenzie. Pesquisa feita pela universidade com a última turma de 250 formandos em Ciência da Computação e Sistemas de Informação mostra que a maioria (42,6%) está ganhando entre 5 e 10 salários mínimos.

Educação básica. Gigantes que produzem muitas das plataformas, softwares e serviços usados no mercado, IBM e Microsoft têm trabalhado em conjunto com o ensino médio e o superior. As parcerias vão da criação de laboratórios em instituições de ensino a cursos que dão certificações - atestados de que o profissional sabe trabalhar com uma plataforma ou serviço específico, que valem tanto quanto um diploma.

"A gente procura trabalhar todos os níveis de capacitação. Fazemos isso não só para atender às nossas necessidades, mas também para formar uma comunidade de pessoal capacitado em TI", afirma Andrea Rodacki, gerente de Parcerias com as Universidades da IBM, que tem acordos com cerca de 400 instituições.

"Não adianta começar com o aluno da universidade. Tem de ser desde a educação básica", diz o diretor de Educação da Microsoft, Emílio Munaro.

Outro motivo pelo qual a formação em TI não basta para atender às demandas das empresas é a peculiaridade desse mercado, no qual uma companhia brasileira pode disputar um contrato com rivais indianas e americanas, por exemplo. "Se o País quer exportar serviços em TI, o brasileiro precisa falar pelo menos inglês", resume. 

TI EM TRÊS TEMPOS

Profissionais com formações variadas e em momentos distintos da carreira



Jefferson de Araújo, de 23 anos - Aluno do 2º ano em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fiap

"Eu era fascinado pela internet quando criança e já queria trabalhar na área. Fiz um curso técnico que não me deu muita base. Larguei no último semestre e comecei um tecnológico. Já estagiei em vários lugares e agora sou analista sênior. Quero fazer um MBA para ser consultor."



Raoni Benetti, de 25 anos - Supervisor técnico da Solvo, formado em Gestão de Redes em 2008

"Para mim, foi uma curiosidade que virou profissão. Hoje cuido de problemas mais graves dos clientes, desde serviços de e-mails à parte de hardware. O ramo de atuação que escolhi é bem prático e focado nos produtos. Pretendo fazer uma pós, mas para me especializar na área de gestão."



Welington Sousa, de 29 anos - Analista sênior da Diveo, formado em Ciência da Computação em 2002

"Muita gente entra na faculdade achando que vai trabalhar exatamente com aquilo. Eu elaboro projetos de infraestrutura de tecnologia: a parte de raciocínio lógico só a universidade consegue treinar, mas tem a prática e as certificações. Já fiz 13."

MERCADO PARA TODOS

A área de TI se divide em desenvolvimento de software, hardware e serviços. Saiba mais sobre ocupações com boas opções de emprego:


Gerência de TI

O QUE FAZ? 
Gerencia projetos e operações de serviços de TI; identifica oportunidades de aplicação dessa tecnologia; administra equipes e interage com outras áreas

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 4.275,61

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Sistemas de Informação

Administrador de Banco de Dados

O QUE FAZ? 
Instala e administra bancos de dados remotos ou distribuídos; cuida da política de segurança e da qualidade da informação; faz ajustes de desempenho

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 3.153,44

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Engenharia da Computação; Tecnologia em Banco de Dados

Desenvolvedor (Programador)

O QUE FAZ?
Desenvolve sistemas e aplicações, determinando a interface gráfica, critérios de navegação, montagem da estrutura de banco de dados e codificação de programas

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 2.933,47

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Engenharia da Computação/Sistemas de Informação; Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas

Administrador de Redes

O QUE FAZ?
Gerencia os equipamentos de rede e a infraestrutura física de cabos; responde pela segurança de acesso à rede e adequação dos sistemas dos servidores da empresa

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 3.153,44

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Sistemas de Informação; Tecnologia em Redes de Computadores

Engenheiro de Computação

O QUE FAZ?
Projeta e monitora a adoção de soluções em linguagens de todos os níveis de complexidade; valida novas tecnologias; gerencia ambientes computacionais

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 4.103,66

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Engenharia da Computação

Analista de Sistemas

O QUE FAZ?
Especifica a arquitetura e as ferramentas para o desenvolvimento de sistemas; presta suporte técnico e treina clientes; elabora documentos técnicos

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 2.971,31

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Sistemas de Informação; Tecnologia em Análise de Sistemas

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Direto do YouTube: Parece fácil, mas não é


io - Para praticar o Pakour - esporte no qual o objetivo é saltar sobre obstáculos sem equipamento - é preciso ter bastante coragem. Você dúvida? No vídeo, os praticantes dessa modalidade resolveram mostrar alguns saltos em uma cidade europeia.
Assista ao vídeo!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Hacker faz caixas eletrônicos 'cuspirem' dinheiro remotamente



Barnaby Jack

Na tela do especialista em segurança Barnaby Jack há um botão rotulado “Jackpot!”. Ele clica e, imediatamente, um caixa eletrônico fabricado pela Tranax Technologies entrega o dinheiro que contém. Isso aconteceu durante a demonstração de Jack, que trabalha na empresa de segurança IOActive, na conferência de segurança Black Hat, que ocorreu entre os dias 24 e 27 de julho em Las Vegas, nos Estados Unidos.
O pesquisador também demonstrou um problema em caixas da Triton Systems. Ele conseguiu acessar as partes internas do equipamento usando uma chave padrão que pode ser facilmente comprada. Com isso, foi possível conectar um dispositivo USB e instalar um software malicioso no caixa eletrônico, capaz de roubar dados de cartões, senhas, e, claro, roubar o dinheiro.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou ao G1 que desconhece a existência de caixas eletrônicas dessas marcas no mercado brasileiro.
'Dillinger'Apesar de nenhum detalhe técnico ter sido publicado, a demonstração de Jack foi canceladana conferência Black Hat do ano passado porque as brechas ainda não haviam sido corrigidas. Para realizar os ataques, o especialista criou um programa chamado Dillinger – nomeado em homenagem ao famoso ladrão de bancos dos Estados Unidos da década de 30.
Jack também colocou adesivos sobre as marcas dos caixas eletrônicos com o intuito de não revelar os fabricantes. Mas a audiência conseguiu facilmente identificar a marca da Tranax piscando na tela. A Triton revelou que era a fabricante do outro equipamento.
Segundo o especialista, um criminoso pode ser capaz de discar números de telefone aleatoriamente – uma prática conhecida como “war dialing” – para encontrar caixas eletrônicos, bem como varrer os IPs da internet. Ele disse que os caixas eletrônicos “atendem” as chamadas e as solicitações da rede de uma maneira específica, permitindo que hackers identifiquem um equipamento vulnerável. Embora apenas duas fabricantes tenham sido envolvidas na demonstração, Jack informou que não é difícil encontrar outras falhas semelhantes.
“O simples fato é que as empresas que fabricam esses equipamentos não são a Microsoft. Elas não têm 10 anos de ataques contínuos contra elas”, disse o pesquisador de segurança para a audiência de sua apresentação.

No início do ano passado, um vírus foi encontrado em caixas eletrônicos da Diebold, que é líder no mercado nacional. A praga tentava interferir com transferências bancárias americanas, ucranianas e russas. Não há registro desses ataques no Brasil; aqui, criminosos usam umdispositivo chamado Robocop para transmitir dados roubados via rede sem fio.




segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Chineses desenvolvem ônibus que circula acima dos carros

Chineses desenvolvem ônibus que circula acima dos carros


Além de desobstruir trânsito, cada ônibus é capaz de acomodar 1.200 pessoas e economizar 860 toneladas de combustível por ano
Segunda-feira, 02 de agosto de 2010 às 13h38
Basta por os pés para fora de casa pra perceber que grandes cidades, como São Paulo, já não comportam mais carros. E não é que os chineses criaram uma solução, no mínimo, inusitada?
Trata-se de um ônibus absurdamente grande que passa por cima dos carros. Mas, nada de atropelamento de automóveis. O conceito aqui é um ônibus em formato de arco que utiliza o espaço acima dos carros para transitar. Os criadores são do Huashi Future Parking Equipament, em Shenzen.
Além de utilizar um espaço vazio nas ruas e avenidas, o protótipo faz uso de painéis solares e eletricidade para se mover. O ônibus pode chegar a 60 km/h, mas viaja a 40 km/h em média, diminuindo o congestionamento de vias principais em cerca de 30%.
O veículo possui 6 metros de largura e 4 metros de altura, ocupando duas pistas e permitindo que carros de até 2 metros passem por baixo. O comprimento dos vagões ainda não foi divulgado.
Agora, se você está espantado só com esses números, imagine quantas pessoas podem ser acomodadas dentro do ônibus. De acordo com os chineses, cada vagão comporta 300 pessoas num total de 1.200 por veículo. Cada ônibus seria capaz de economizar até 860 toneladas de combustível por ano, com redução de 2.640 toneladas de emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.
O custo de implantação dos ônibus ainda é mais atraente, pois eles utilizam apenas 10% do que seria gasto para a construção de metrôs.
A aprovação do projeto será feita ainda no fim desse mês. Caso dê tudo certo, os chineses afirmam que a implantação inicial de 186 km está prevista para acontecer até o fim do ano.
Confira abaixo o vídeo do projeto (em japonês):

Panasonic finalmente apresenta sua câmera 3D


panasonic hdc sdt750 Panasonic finalmente apresenta sua câmera 3D

Lembram do vazamento de informações da câmera filmadora 3D da Panasonic? Pois então, a empresa acaba de divulgar o lançamento, confirmando as expectativas geradas pelo escape das informações.
A novidade da Panasonic, com o modelo batizado de HDC-SDT750, funciona da seguinte forma: quando quiser capturar vídeo em 3D, o usuário apenas incorpora à câmera uma lente adicional de conversão 3D. Sem ela, podem ser gravados vídeos comuns, em 2D.
Também como citado no vazamento de informações, a câmera utiliza a tecnologia 3MOS e mais um bocado de tecnologias que otimizam a captura de vídeos. Com isso, podem ser gravados vídeos com mais brilho mesmo em pouca luz. Além disso, a reprodução das cores dos objetos gravados também fica muito melhor.
O produto também utiliza um sistema de estabilização chamado Hybrid O.I.S, o que reduz aquele famoso “tremelique” da câmera no momento das gravações e permite produzir vídeos em 1080p de resolução, o que é um nível muitíssimo bom.
A nova câmera será lançada no fim de agosto no Japão, e algumas previsões dizem que ela custará $1.400,00 quando chegar nos EUA. Ou seja, no Brasil custará o olho da cara.