sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pontofrio.com abriu vagas e contratará via redes sociais


O Pontofrio.com abriu vagas de analista de marketing júnior e diz que selecionará os candidatos por meio do Facebook, Twitter e blogs. O objetivo é contratar internautas que usam estes sites com muita frequência.


Há três vagas para o cargo de analista de marketing. Para estas oportunidades a empresa varejista de comércio eletrônico requer boa redação, conhecimento e uso do Facebook, Twitter, Orkut, WordPress, Tumblr e ferramentas de gerenciamento de redes HootSuite e PostCron.


Além disso, é necessário estar familiarizado com os produtos comercializados pelo Pontofrio.com e ter conhecimento em tecnologia, atualidades, cinema, TV e literatura.


Os candidatos devem ser estudantes ou recém-formados, preferencialmente nos cursos de comunicação social, jornalismo, publicidade, marketing e rádio e TV. Os aprovados atuarão no escritório da companhia na cidade de São Paulo.


O processo seletivo selecionará 30 candidatos por meio das redes sociais, que devem se cadastrar no site do processo seletivo entre os dias 04 e 13 de maio. Outras quinze pessoas serão selecionadas por indicações promovidas no site da empresa e mais quinze candidatos serão escolhidos por meio da análise curricular de acordo com as vagas oferecidas.


Já a segunda etapa ocorrerá no dia 22 de maio, das 8h às 18h, e contará com um teste
online de desempenho. O Pontofrio.com simulará um atendimento ao cliente entre o perfil do candidato no Twitter e a conta @TeamPinguim. Esta etapa selecionará os dez finalistas que serão entrevistados na sede da Nova Pontocom.


O regulamento deste processo seletivo e os detalhes para cada vaga estão no site da empresa.

Na mão: Sony Tablet será o primeiro com Android 4 no Brasil


A Sony iniciou ontem a pré-venda de seu Tablet com tela de 9,4 polegadas e design peculiar.
Com as vendas oficiais marcadas para a semana do dia 14 de maio, o Sony Tablet chega pelo preço de 1.649 reais. O modelo vendido no Brasil, o SGPT112BR, traz Wi-Fi (sem conexão 3G), 32 GB de armazenamento interno, entrada para cartão SD e o Nvidia Tegra 2, com dois núcleos de 1 GHz e oito núcleos de processamento gráfico.





Anunciado no exterior em agosto de 2011, a entrada tardia no mercado brasileiro será compensada com a última versão do Android, a Ice Cream Sandwich. Assim como na linha de smartphones Xperia, a Sony alterou aspectos do sistema, como comportamento de menus, aplicativos pré-instalados e recursos visuais (animações e cores). Pesando 593 gramas, o tablet chama atenção pelo seu design. Similar a uma revista dobrada, uma das laterais é mais espessa. A sensação resultante é muito parecida com a que temos ao segurar a lombada de um livro. Essa característica chamou atenção de forma positiva.







O review completo do Sony Tablet será publicado na edição de Junho da Revista INFO e em nosso canal de Reviews.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Brasil já é o segundo país com mais usuários no Facebook

Facebook Brasil

Menos de um mês após conquistar o terceiro lugar no ranking, o Brasil avança mais um degrau e já é o segundo país com maior número de usuários no Facebook. A lista do site de estatísicas SocialBakers aponta que o País ultrapassou a Índia (hoje com 45,7 milhões de membros).


De acordo com os dados, o Brasil possui cerca de 46 milhões de usuários ativos. Só nos últimos três meses, a rede social cresceu 22,24% por aqui, enquanto na Índia o crescimento foi de apenas 5%. Agora, os brasileiros estão atrás apenas dos americanos, que continuam na primeira posição com 157 milhões de membros.


Em abril, o SocialBakers relatou que o Brasil ocupava o terceiro lugar na lista dos países com mais usuários no Facebook, quando ultrapassamos a Indonésia. Na época, eram 44,6 milhões de brasileiros cadastrados no site de relacionamentos. As projeções davam conta de que, se o crescimento continuasse constante (de 9,4% ao mês), o Brasil se tornaria o segundo país do ranking já em maio.


Isso só mostra que o Facebook se tornou a rede social favorita dos brasileiros. Em dezembro de 2011, o Facebook superou o Orkut e se tornou o site de relacionamentos mais popular no Brasil. Na época, a página contava com 36 milhões de usuários - o que significa um crescimento de 192% comparado ao mesmo período de 2010.

Foram incluídos filtros para fotos no aplicativo para celulares mais simples "Facebook para Qualquer Telefone".

Facebook lança filtros sépia e preto e branco para fotos em celulares mais simples.


Rio de Janeiro - Após comprar o famoso aplicativo para edição de fotos Instagram por US$ 1 bilhão, o Facebook anunciou nesta quinta-feira uma notícia que sugere a integração entre a tecnologia da rede social e da start-up.


Foram incluídos filtros para fotos no aplicativo para celulares mais simples "Facebook para Qualquer Telefone". O acesso é grátis para mais de 2.500 modelos de aparelhos em todo o mundo, que não são smartphones.


A iniciativa faz parte dos esforços da rede social em criar uma melhor experiência em dispositivos móveis no Facebook. Proprietários de smartphones costumam ter filtros de imagem disponíveis na própria câmera do celular, ou então recorrem a aplicativos como o Instagram para alterar o visual de suas fotos on-line e publicá-las também em outras redes.


"Temos o orgulho de anunciar que o aplicativo 'Facebook para Qualquer Telefone' agora tem os filtros sépia e preto e branco para as fotos do seu dispositivo móvel", disse a rede social. Segundo o Facebook o foco é exatamente os celulares mais baratos, com menos recursos. Por enquanto, não há previsão para adição de filtros nos aplicativos para Android e iOS.


"Tire uma foto, brinque com a imagem e compartilhe com seus amigos diretamente do aplicativo", explica. Para acessar a nova função navegue no Facebook pelo endereço móvel facebook.com/mobile.

Samsung lança o Galaxy S3, um celular que "vê, entende e responde"



Com uma tela de toque maior de 4,8 polegadas e um processador mais poderoso, Samsung lança o Galaxy S III
Foto: Divulgação


A Samsung apresentou nesta quinta-feira em Londres o esperado smartphone Galaxy S3, arma da empresa sul-coreana para frear a popularidade do iPhone, da concorrente Apple, e entre as novidades do aparelho está a capacidade de "enxergar, entender e responder" ao usuário.
Em um evento com telões e orquestra, com cerca de 2 mil jornalistas presentes, segundo os organizadores, o presidente e diretor de Telecomunicações Móveis da Samsung, JK Shin, revelou alguns dos atrativos do novo celular, pensado "para o ser humano" e com estreitas vinculações com a natureza, graças a seu design de linhas suaves, praticamente sem bordas.
O aparelho, de 133 gramas, tem tela de alta resolução super Amoled de 4,8 polegadas, e duas câmeras, uma traseira de 8 megapixels e uma frontal de 1,9 megapixels. Está equipado com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich, mais recente versão do sistema operacional do Google.


A carga da bateria é de 2.100 miliamperes, enquanto o padrão de mercado é de aproximadamente 1.500. Sua tela é 20% maior que a do Galaxy S2, apesar de o tamanho do dispositivo ser praticamente o mesmo.
Segundo os responsáveis da empresa, o novo smartphone é como "uma extensão do ser humano", pois sabe quando o usuário olha para ele e suspende se não o faz. Além disso, tem comando de voz que entende frases do usuário e é capaz de responder em oito idiomas.
O novo Galaxy, que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, também possibilita duas ações simultâneas e o compartilhamento de imagens de forma simples e instantânea. Suas câmeras, com reconhecimento facial e da posição dos olhos, captam 20 imagens consecutivas - e um aplicativo seleciona as oito melhores.
Segundo os responsáveis da empresa, é um smartphone com tecnologia 4G que, com um só clique, envia imagens a todos os amigos que aparecem em uma fotografia e que são reconhecidos pelo dispositivo.
Também permite o envio de um vídeo de 1 GB em apenas 3 minutos e 10 MB de música através do simples toque com outro celular Galaxy S3, sem necessidade de internet wifi.


terça-feira, 1 de maio de 2012

O ponto de virada no e-commerce brasileiro




Diversos fatores reunidos fazem com que o comércio eletrônico brasileiro amadureça de vez e se torne ponto obrigatório para qualquer empresa multicanal de sucesso.
Por Mauricio Salvador
Malcolm Gladwell em seu livro “The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference” (Ed. Little Brown, 2000) define Tipping Point, ou Ponto de Virada, como sendo “o momento da massa crítica, o limiar, o ponto de ebulição”.


O ponto de virada acontece quando vários elementos se somam aleatoriamente e causam a revolução em um segmento. O e-commerce brasileiro está muito perto de alcançar seu tipping point. A seguir analisaremos alguns dos elementos responsáveis por essa virada.


Os consumidores novos: em 2012 a internet comercial completa 18 anos de idade. Isso significa dizer que as pessoas que nesse ano atingem a maior idade, nasceram, foram criadas e alfabetizadas sob a luz da Grande Rede. São milhões de brasileiros entrando na parcela da população economicamente ativa.


Os novos consumidores: desde 2008 a classe C vem aumentando consideravelmente sua participação no comércio eletrônico nacional. São milhões de brasileiros que descobrem na internet um canal mais barato para fazer suas compras.


O crédito e as facilidades de pagamento: oferecidas pelas redes de varejo, possibilitam que mais pessoas comprem seu primeiro computador e consequentemente, tenham acesso às facilidades de se comprar online.


As conexões de banda larga: a melhoria na qualidade e o barateamento delas, assim como sua expansão para cidades mais afastadas dos centros urbanos, através do acesso 3G, oferecido pelas operadoras de telefonia móvel. Quanto mais rápida a velocidade de acesso, melhor a experiência de navegação e o tempo de permanência dos visitantes nos sites de e-commerce.


Os índices sócio-econômicos: favoráveis ao aumento das vendas no varejo, tais como aumento da massa salarial, queda nas taxas de desemprego, alto índice de confiança do consumidor e estabilidade econômica e cambial.


A dança das categorias: a chegada de novos consumidores, cujo perfil predominante é de mulheres de classe C, causa mudança nas categorias de produtos mais vendidos pela internet. Best sellers tais como eletrônicos e informática perderam posição para produtos das categorias vestuário e cosméticos.


A invasão das MPE: o avanço do Google, Facebook e dos comparadores de preços, como grandes geradores de tráfego para as lojas virtuais, dão chance para que micro, pequenos e médios empresários briguem de igual para igual com os grandes players, uma vez que conseguem acompanhar de perto seus investimentos em mídia digital e torná-los mais eficientes.


O acesso à tecnologia: os sites de crowdsourcing possibilitam que empresas contratatem serviços de designers e programadores de outros lugares do mundo, a custos muito mais baixos do que os oferecidos por aqui. Além disso, as próprias plataformas tecnológicas deixaram de ser diferencial competitivo de sucesso no e-commerce. A grande oferta de empresas nesse setor vem causando redução nos preços e melhoria nas funcionalidades.


Formação de profissionais: escolas tradicionais como ESPM e FGV começam a ofertar cursos nessa área. Uma escola especializada, a Ecommerce School, tem cursos de e-commerce em níveis básico, intermediário e avançado. Já é possível encontrar literatura especializada, escrita por autores nacionais tais como Mauricio Salvador, Solange Oliveira e Felippi Perez.


Líderes inspiradores: os jovens empreendedores digitais têm em quem se inspirar. São de se admirar os cases milionários de sucesso como BuscaPé, Netshoes, Peixe Urbano, Ikeda (Rakuten), Sacks (Sephora) e Pet Super Market, além da revolução causada pela equipe de executivos que criou a Globex, para assumir o controle da então decadente operação do Ponto Frio.com e atualmente são os responsáveis pelo maior grupo de e-commerce brasileiro, a Nova Pontocom.


Mobilidade: com o crescimento do uso de smartphones, é possível que mais pessoas usem o aparelho para navegar por lojas virtuais e façam micropagamentos.


Além dos elementos descritos acima, ainda há outros que estão se somando: o surgimento das compras coletivas, que trouxe para o e-commerce milhares de novos consumidores atraídos por ofertas irresistíveis.


O exponencial das redes sociais, que mantém as pessoas conectadas por mais tempo e facilitam o compartilhamento de experiências de compra e uso de produtos e serviços. A redução do IPI e o incentivo à fabricação de tablets nacionais, somado a isso algumas operadoras de telefonia móvel já começam a oferecer tablets subsidiados, na compra de planos de acesso 3G. A chegada do capital estrangeiro tem sido marcada por grupos de olho nas alternativas a crises no mercado europeu e norte-americano.


Se colocarmos tudo isso no caldeirão em ebulição da economia brasileira, mexermos bastante e olharmos os números que têm sido apresentados, veremos que a internet não é apenas mais um canal para se fazer negócios. É ponto obrigatório no circulo virtuoso de qualquer empresa multicanal de sucesso.


O ponto de virada do e-commerce brasileiro se desenha no horizonte. Segundo Malcom Gladwell: “idéias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus”.


A festa começou faz tempo e tem um monte de gente se divertindo. Uma grande multidão ainda está na porta, ávida por entrar. Resta saber que se você vai querer já estar bem preparado lá dentro antes da porta se abrir de vez.

RIM distribui protótipos do novo BlackBerry 1


O CEO da Rim, Thorsten Heins, apresenta o protótipo do BlackBerry 10
Foto: Reuters

ORLANDO - Em um esforço para combater seu declínio no mercado de smartphones, a Research in Motion (RIM) entregou nesta terça-feira o protótipo da nova plataforma BlackBerry 10 a desenvolvedores, para despertar o interesse na criação de aplicativos. O sistema, previsto para ser lançado este ano, é a aposta da empresa para disputar com Apple e a Google a preferência dos consumidores.
No encontro anual BlackBerry World, a empresa entregou milhares de protótipos a desenvolvedores, na expectativa de que sejam criados aplicativos que rodem no sistema BlackBerry 10.
A companhia sabe que consumidores não vão comprar os novos telefones ou tablets, se os desenvolvedores não se animarem com o produto nem criarem aplicativos. Afinal, são os aplicativos que definem, em última instância, o que é possível fazer com o telefone, além de simplesmente efetuar uma ligação ou enviar um e-mail.
A falta desses aplicativos é apontada como uma das principais razões para que o BlackBerry tenha perdido participação de mercado para a Apple e para o Android, da Google, nos últimos anos. O BlackBerry 10 é baseado em um sistema operacional chamado QNX, que é compatível com muitos softwares de código aberto.
Facilidade e rapidez para atrair consumidores
Em seu primeiro grande discurso desde que assumiu o cargo, em janeiro, o novo diretor-executivo da RIM, Thorsten Heins, afirmou que a nova plataforma permite a navegação com menos comandos, apostando mais em sugestões de palavras.
— Queremos usar um paradigma que seja fácil e rápido. Tudo se trata de deixar as coisas fluírem — disse Heins, ao mostrar como as informações de documentos, e-mails, calendários e listas de endereços podiam aparecer nas telas.
Os protótipos entregues pela RIM não tinham teclado físico, ao contrário da maioria dos modelos Blackberry. Conhecidos por Alpha Dev, parecem mais com uma versão menor do tablet Playbook, da RIM, com tela sensível ao toque. Embora a empresa diga que o telefone que será lançado terá pouca semelhança com os protótipos, o vice-presidente para Plataformas e Ferramentas, Christopher Smith, disse que os aplicativos desenvolvidos para a tela do Alpha Dev terão uma transição suave para o BlackBerry 10.
A companhia informou que já estava em negociações com parceiros para assegurar que os aplicativos estejam disponíveis quando o BlackBerry 10 for lançado.
Participação de mercado caiu de 13,6% para 6,7%
A RIM passa por uma importante revisão estratégica. Em março, a companhia anunciou seus planos de retomar o foco para seus clientes corporativos. Os números do mercado não são animadores para a empresa. Segundo levantamento do IDC, anunciado ontem, a participação da RIM no mercado global de smartphones caiu de 13,6% no primeiro trimestre do ano passado para 6,7% neste início de ano.




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